terça-feira, 18 de junho de 2013

Por que a Classe Média se levantou?


Muita gente está dizendo que as manifestações não são um levante popular, mas sim um movimento da Classe Média, que seria uma burguesia. Bom... é isso mesmo. Sabe por quê?

A classe média brasileira não é isenta de nada! Ela paga:

INSS + plano de saúde
IPVA + pedágio
IRPF + escola particular
Taxa de iluminação pública, de esgoto, água

A classe média assalariada e empreendedora, sustenta o Brasil e não aguenta mais ser espremida. Mais que isso! A classe média tem discernimento para entender que essa política safada e assistencialista que impera no Brasil é paliativa e que não vai ajudar as classes pobres. A classe média está cansada de trabalhar e ver seu dinheiro escoando pelo ralo.

Hoje eu não luto pela redução de tarifas de ônibus. Eu luto por:

-Escolas de Qualidade para TODOS
-Professores com tempo e dinheiro para se especializarem e estudarem
-Mães e pais que trabalham uma quantidade razoável de horas para poder viver bem e estar com suas famílias
-Por segurança nas ruas
-Por um sistema carcerário que recupera quem pode ser recuperado
-Por universidades de qualidade e sem cotas
-Por uma escola pública que dê chances iguais a todos (sem precisar de cotas)
-Por um programa público de saúde que atenda a todos de forma humanizada
-Pela efetiva prisão dos mensaleiros
-Por um transporte que não humilhe o cidadão
-Por respeito à natureza e aos animais
-etc...

Quem quiser, vai completando aí! Vamos mostrar que não são R$0,20


#OGiganteAcordou #VerásQueUmFilhoTeuNãoFogeàLuta

sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

A diarista que voou pela porta (mas que por pouco não vai pela janela)

É um tema meio repetitivo, mas aí vai a história da minha diarista que queria virar empregada e não foi nem uma nem outra, saindo de nossas vidas hoje.

Ela chegou aqui por indicação da empregada da vizinha da frente. O Marlon, que estava em casa e tinha resolvido que ia cuidar de tudo, achou interessante ter alguém para ajudar a fazer a limpeza pesada e aceitou. Ela cobrou R$80,00 mais o vale (R$5,80) por dia e queria vir 2x na semana.

Aceitamos.

Ela chegava às 07:00 em ponto e saía às 16:00. Nas duas primeiras semanas limpou super bem!!! Aí vieram as férias das meninas e o Marlon disse para ela que poderia chegar mais tarde, já que estávamos acordando mais tarde. Ótimo, se não fosse pelo fato dela começar a sair às 14:00.

Enfim... de qualquer forma nos resignamos porque achamos que se ela limpasse, poderíamos apenas organizar a casa e as coisas iriam bem.

Então, segunda ela fez faxina e, terça, eu fui organizar os armários da cozinha. Pois achei até cogumelos dentro deles (e não era champignon, não!). Passei terça, quarta e quinta faxinando a cozinha, limpando dentro de todos os armários, etiquetando o local de cada coisa e, decidimos dispensá-la depois de hoje pois ela queria ficar como empregada a partir do mês que vem e desse jeito eu não tenho o menor interesse, né?

Aí hoje ela resolveu colocar a mesa para o almoço às 11:00 e eu pedi que não fizesse porque quando as crianças vêem a mesa posta, logo sentam e ficam perguntando se está na hora do papá. Ela fingiu que não ouviu e continuou. Eu falei de novo, e ela ignorou. Então falei:
-Você não ouviu?
-Mas eu quero estender a toalha.
-Mas eu disse que não.
- Por que você faz assim?
-Por que aqui é a minha casa e eu prefiro que seja assim.

Aí ela saiu batendo pé lá para cima.

Aff... liguei pro Marlon, que me disse para mandar ela pastar logo, peguei o dinheiro dela, entreguei e mandei pela porta na mesma hora. Já foi tarde!

Agora continuamos seguindo o sistema FlyLady que me ajudou muito a dar conta do serviço quando Marlon estava fora. Agora com ele ajudando fica melhor ainda. Continuamos pegando marmita, até que a molecada volte para a escola e, depois disso, vou me organizar para cozinhar uma vez por semana e congelar.

Chega desse povo me enchendo o saco!!!

terça-feira, 16 de outubro de 2012

O Brasil Racista


Hoje ouvi na rádio uma notícia que me deixou triste. O Brasil terá 50% das vagas em Universidades e Institutos Federais reservados para alunos de escolas públicas, negros e índios.
Para mim, é o atestado do racismo e da discriminação brasileira. Discriminação não se resolve criando diferenças mas, igualdades.
http://g1.globo.com/educacao/noticia/2012/10/mec-publica-regulamentacao-da-lei-das-cotas-nas-universidades-federais.html
Quem sabe escolas públicas de qualidade para que eles possam competir com os filhos das classes A e B em igualdade de condições? Isso não! Dá trabalho, leva tempo...
Muito melhor é enfiar um monte de alunos sem base e que muitas vezes não sabem nem ler ou interpretar um texto nos bancos universitários.

Ah... mas tem solução para isso também! A notícia dizia que as instituições terão que dar aulas de reforço para esses alunos cotistas, garantindo que eles acompanhem o curso. Quem é professor aí levanta a mão! Um aluno sem base consegue pular etapas com algumas aulas de reforço? NÃO! As aulas de reforço deveriam ser oferecidas a TODOS que fazem uso do ensino fundamental e médio públicos para garantir a entrada nos cursos universitários.

De mais a mais, qual o documento que prova que um aluno é negro ou índio? No Brasil, segundo IBGE (2008) 56,2% da população brasileira se autodeclarou negro, pardo ou indígena (http://noticias.uol.com.br/especiais/pnad/ultnot/2009/09/18/ult6843u18.jhtm). O artigo científico abaixo constatou que, das pessoas autodeclaradas brancas em todo o país (os outros 43,8%), apenas 39% tinha marcadores de raça européia no DNA mitocondrial. Ou seja:
de cada 100 brasileiros,
43 dizem que são brancos
17 não apresentam marcadores de ancestrais africanos ou indígenas.

http://www.scielo.br/pdf/hcsm/v12n2/05.pdf

Vamos disponibilizar nosso DNA para exame? Será que sou um desses 17?

E o repórter falou que o governo declara que o grande desafio é melhorar a qualidade do ensino médio... E o fundamental? É lá que o aluno aprende a ler, interpretar, escrever, fazer contas, raciocinar. Ou isso também não precisa para as universidades?

E para completar a salada mista, o currículo do ensino médio público vai ser adaptado ao ENEM porque tem muita matéria que é dada que não cai na prova. Oi? Alguém me corrija mas, não deveria ser ao contrário?

http://noticias.terra.com.br/educacao/noticias/0,,OI6117745-EI8266,00-Mudanca+curricular+no+ensino+medio+divide+educadores+no+Brasil.html

Essa é a maravilhosa receita para se acabar com as universidades públicas, como já foi feito com as escolas.

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Decepção dói, mas passa!


Tem coisa que dói, e dói muito! Hoje estou assim, novamente sentindo uma dor daquelas. Acontece que as pessoas não percebem que nos causam essas dores e isso parece-me o que causa mais dor.
Faço sempre um exercício que aprendi muito cedo: colocar-me no lugar do outro. Muitas pessoas dizem fazer o mesmo mas costumam dizer: mas se eu fosse ela, não teria feito assim, teria feito assado!
Isso não é colocar-se no lugar do outro. O que procuro fazer (embora não seja fácil) é imaginar os motivos que levaram as pessoas a tomar aquele caminho. Constantemente me relembro de que uma história sempre tem dois lados e que, quase sempre, os dois estão certos. Nunca tomo partidos em separações de casais, brigas de amigos, etc. Afinal, como diz a música “cada um sabe a dor e a delícia de ser o que é”.
A minha dor é essa. Às vezes sinto que as pessoas, embora queiram que eu as entenda, não fazem o menor esforço para me entender. As atitudes são interpretadas, ações julgadas, a ré condenada. Só fica faltando comunicar a sentença. Pois, por favor me comuniquem pois é complicado andar por aí sem tomar conhecimento de um mandato de prisão. A defesa parece ao mesmo tempo desnecessária (uma vez que ninguém a procura) e inútil, visto que todos parecem já ter certeza de minha culpabilidade.
Espero que ninguém vista a carapuça. Este post não tem por objetivo dar indiretas, alfinetar ninguém ou expurgar raiva. Na verdade, seu propósito é reflexivo mesmo. Já aconteceu na minha própria família. Em algum momento preciso de ajuda e ninguém pode ajudar pois todos têm suas devidas vidas e compromissos. Aí, quando elogio os outros, que largaram tudo para me estender a mão, sou a mal-educada, a “difícil”. Vem cá, falei de você, por acaso?
Essa semana, outra vez, levei outro golpe. Mais uma vez, de onde menos esperava. Engraçado que cada um faz o que tem vontade. Nunca me ofendi com nada e nem vem ao caso citar cada situação já que o blog não é para isso, porque sempre procurei entender os motivos das pessoas e preservar o direito delas de gostar ou não de mim.

Mas fico triste em saber que muita gente nunca quis me conhecer de verdade. Gente que convive comigo há muitos anos e tem definições completamente equivocadas a meu respeito.

Aí, fico pensando se vale a pena conversar, tentar explicar, desfazer o mal-entendido. Será que alguém que já se encontra convencido de que sou mau-caráter tipo Carminha vai mudar de ideia só porque eu disse que não é desse jeito? Será que quem teve tantos anos e chances para me conhecer (alguns, a vida toda), vai agora se abrir de verdade?

Realmente não sei. A impressão que tenho é que todas as vezes que relaxo, tenho uma adaga cravada em minhas costas. As pessoas dizem fazer as coisas por amor mas, que amor é esse cheio de condições? Se você não faz o que eu acho certo, tá cortado! As pessoas falam em Cristo, em Deus, oram todos os dias mas, esquecem de prestar atenção no que diz a oração:

Perdoai as nossas ofensas
Assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido

Queridos amigos (ou não), não pensem que estou depressiva ou sofrendo, ou com raiva. Dói sim mas, minhas dores eu curo cantando aos berros dentro do carro e chorando quando ela transborda. Em poucos dias, tudo volta ao normal, ou quase. Mas uma coisa é certa: a vida é um manancial de bençãos, com alguns probleminhas salpicados no meio. Depois de tudo isso processado, vou achar uma solução.

Vou terminar com a música O Mundo, do Capital Inicial, que descreve bem o momento.

Você que já esteve no céu
Foi tudo divertido pra você
Chega a hora então
De provar tudo que existe
Tire agora os sapatos
Jogue tudo pro alto
Sinta o chão
Aprender a andar descalço
Num mundo de asfalto
E sem coração
Até que o mundo gire ao seu redor...

Thuruthu, thuruthu
Thuruthu, thuruthu
Thuruthu, thuruthu
Thuruthu, thuruthu

Obrigado por passar
Mas estou de saída
Tem alguma coisa nova pra fazer
Vamos lá então
Ter um dia diferente
Eu só quero curtir
Ficar à toa, viver numa boa
E você quer respostas
Exige provas e músicas novas
Até que o mundo gire ao seu redor...

Vão falar que você não é nada
Vão falar que você não tem casa
Vão falar que você não merece
Que anda bebendo, está perdido
E não importa o que você dissesse
Você seria desmentido
Vou falar que você usa drogas
E diz coisas sem sentido
Se eu for ligar
Para o que é que vão falar
Não faço nada...

Eu procuro tentar entender
Porque eu sou
Tão importante prá você
Já que é bem melhor
Ser importante prá si mesmo
Eu não quero mudar
Ser mais discreto
Ser mais esperto
Já cansei de propostas
Dar respostas
E ter que dar certo
Até que o mundo gire ao meu redor....

Vão falar que você não é nada
Vão falar que você não tem casa
Vão falar que você não merece
Que anda bebendo e está perdido
E não importa o que você dissesse
Você seria desmentido
Vou falar que você usa drogas
E diz coisas sem sentido
Se eu for ligar
Por que é que vão falar
Não faço nada...

Thuruthu, thuruthu
Thuruthu, thuruthu
Thuruthu, thuruthu
Thuruthu, thuruthu

Vão falar que você não é nada
Vão falar que você não tem casa
Vão falar que você não merece
Que anda bebendo, está perdido
E não importa o que você dissesse
Você seria desmentido
Vão falar que você usa drogas
E diz coisas sem sentido
Se eu for ligar
Por que é que vão falar
Não faço nada...

Thuruthu, thuruthu
Thuruthu, thuruthu
Thuruthu, thuruthu
Thuruthu, thuruthu


sexta-feira, 14 de setembro de 2012

Não descarte, encaminhe!

Oi pessoal!

Demorou mas cá estou eu com a novidade da hora aqui em casa. Depois de meses de desejo, finalmente implantamos a separação de resíduos.

Hoje separamos e encaminhamos os seguintes materiais:
  • Papel
  • Metal
  • Vidro
  • Plásticos
  • Caixas tetra-pack
  • Pilhas
  • Medicamentos


Não é fácil numa cidade onde não há coleta seletiva mas, nos esforçamos para fazer o melhor e, fazemos assim:
Papel, metal, plástico, pilhas e medicamentos são enviados para o TCE-MT que recolhe e encaminha os resíduos. 
O vidro eu levo no Hipermercado Extra, que tem ponto de coleta. As caixas tetra pack estou separando para fazer uma casinha de bonecas para as meninas. Mas, há uma cooperativa na cidade onde eu levava antes de resolver juntar.

Para quem tem espaço, vale a pena. É só lavar o material quando lava a louça e armazenar. Aqui, em uma semana lotamos as latas de papel e plástico. É assombrosa a quantidade de lixo que jogamos fora sem nem perceber.

Meu irmão me mandou um vídeo inspirador. O palestrante é o presidente da empresa em que meu irmão trabalha. Aliás, para quem mora em Floripa, vale a pena entrar no site: http://www.novociclo.com.br
Quem não mora em Floripa, pode procurar na sua cidade algo parecido, né?




Em cima das latas imprimi umas etiquetas que dizem o que fica em cada lata e o que é ou não reciclável. O arquivo é esse aqui:

O custo que tive foi de R$60,00 para comprar as 3 latas de 60L. 

Que tal começar a separar os resíduos aí na sua casa? Quem já separa, levanta a mão!

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Verás que um filho teu não foge à luta!



Pela primeira vez em muitos anos, sinto-me hoje com vontade de comemorar o 7 de Setembro. Sempre fui patriota, apesar de até meus pais viverem dizendo que o Brasil não tem jeito.

Acredito que se eu fizer minha parte e ensinar minhas filhas a fazerem a delas, estarei deixando um Brasil melhor para as próximas gerações.

Não adianta eu sentar na minha cadeira e ficar dizendo que já trabalho e pago impostos, que não vou fazer trabalho voluntário porque o governo deveria ajudar essas pessoas. Não adianta e falar que nenhum político presta e que vou votar nulo.

Tem que vestir a camisa verde e amarela fora dos jogos de futebol. Vestir a camisa no sentido de lutar pelo Brasil. Ao invés de torcer pela seleção durante duas horas, gaste essas duas horas trabalhando em favor do seu país, sua pátria.

Sim, o país está cheio de sangue-sugas, aloprados, mensaleiros, Valérios e Cachoeiras e outros sem-vergonhas mas, esse ano tivemos duas grandes vitórias. Haverá quem leia isso e diga: "grande coisa, e daí" mas, para mim, é um sinal de que, embora lentamente, as coisas estão caminhando na direção de um lugar melhor para nossos filhos e netos.

Nesse Sete de Setembro, comemoremos a condenação dos réus do mensalão e a lei da Ficha Limpa em vigor nas eleições.


Mas, se ergues da justiça a clava forte,
Verás que um filho teu não foge à luta,
Nem teme, quem te adora, a própria morte.
Terra adorada,
Entre outras mil,
És tu, Brasil,
Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil,
Pátria amada,
Brasil!

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Renata Bermnudez Konzen enviou-lhe o seguinte abaixo-assinado.

Meus Amigos,

Acabei de ler e assinar este abaixo-assinado online:

«Não à Gazeta do Povo: não sustento quem me ofende!»

http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N28388

Eu concordo com este abaixo-assinado e acho que também concordaras.

Assina o abaixo-assinado aqui http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N28388 e divulga-o por teus contatos.

Obrigado.
Renata Bermnudez Konzen

Esta mensagem foi enviada por Renata Bermnudez Konzen (renatabermudez@gmail.com), através do serviço http://www.peticaopublica.com.br em relação ao abaixo-assinado http://www.peticaopublica.com.br/?pi=P2012N28388

segunda-feira, 30 de julho de 2012

domingo, 29 de julho de 2012

Segundo dia de viagem

Boa noite

Hoje o dia começou mais tarde. Acordamos por volta das 6:00 mas, saímos de viagem quase às 8:00. O começo da viagem foi tranquilo. As crianças estavam hoje mais calmas que ontem e foram vendo filminhos de boa.

Quando entramos no estado de São Paulo (um trecho de mais ou menos 40km) é que foi chato. Tivemos que andar a 40/hora por conta da quantidade de buracos na estrada.

Antes disso, paramos em Nova Londrina, onde as meninas, passearam e brincaram numa daquelas academias ao ar livre.

Depois seguimos até Boytaporã onde tinha uma parada ótima para as crianças esticarem as pernas e almoçarem.

Por fim, chegamos a Campo Grande, onde fomos muito bem recepcionados, como sempre, pelos nossos amigos, Carla e Luiz.

Amanhã, tentaremos seguir até Cuiabá. Amanhã eu posto aqui o link para acompanharem a viagem.

Beijos!



Para acompanhar a viagem

Oi pessoal.

Hoje vou disponibilizar o Glimpse aqui (se der certo). Funciona assim: Você clica nesse link e vê onde estamos passando.

Segunda etapa. Maringá - Campo Grande

http://glympse.com/768-CB3

Um beijão

sábado, 28 de julho de 2012

Trecho Curitiba - Maringá

Oi gente

Hoje fizemos o primeiro trecho de viagem. Saímos de Curitiba e partimos para Maringá. Eu e o Marlon acordamos às 5:30 para colocar as malas no carro antes de acordar as meninas. Arrumamos tudo e acordei a Helena, que tinha "vazado" na cama e, portanto teve que tomar um banho ainda. Depois foi a vez das gêmeas serem acordadas e trocadas. Descemos, tomamos café e, de lá, já saímos direto.
Neblina

Hora da soneca

A viagem foi boa, embora tenha demorado um pouco. No começo, havia uma neblina bem baixa mas, nada de aterrador pois a estrada é muito bem sinalizada. Por volta das 10:00 a neblina subiu e as coisas melhoraram.

As meninas reclamaram um bocado e, por fim, resolvemos fazer uma parada para almoçar perto de Londrina. Então, deixamos que corressem e brincassem, demos papinha pronta mesmo e suco que eu tinha levado e trocamos as fraldas. Aí a gente pode andar melhor e chegar em Londrina.

Então, seguimos direto a Maringá e aqui chegando achamos facilmente o hotel que é bem próximo à avenida que usamos para entrar na cidade. O quarto é muito espaçoso e, embora tenham nos cobrado como casal, colocaram em um quarto com duas camas de casal e uma de solteiro. A Helena ficou com a cama de solteiro e colocamos um dos colchões de casal no chão para as pequenas.
Flora pegou uma camiseta e resolveu vestir-se sozinha. Não teve dúvidas e enfiou uma perna em cada braço da camisa e puxou, ficando super satisfeita. Isso é que é enfiar os pés pelas mãos!

Eu e Iris bagunçando


Quando chegamos, resolvemos logo tomar banho pois já sentimos a diferença de temperatura. Colocamos roupinhas frescas nas princesas. Nós mesmo tiramos os casacos e Marlon já colocou até uma bermuda!

Depois fomos a um shopping que vimos na avenida para comer porque, embora a diária do hotel seja bem razoável para o padrão, o preço do serviço de quarto é uma estupidez. Um misto frio, custa R$8,00! Saímos com as moléculas e fomos ao shopping. Lá comemos e fomos ao mercado repor o que tinha sido consumido hoje.
Suco de laranja é bom!



Há pouco voltamos para o hotel e colocamos a molecada para dormir. As gêmeas foram logo, comigo cantando umas canções de ninar. Já Helena, continua agitada e está na cama dela, me olhando digitar. Acho que é capaz de eu dormir antes dela - hehehe.

Bom, agora vou deitar de vez porque amanhã seguimos para Campo Grande.

Beijos para quem fica!

sexta-feira, 27 de julho de 2012

Último dia em Curitiba

Molecas no quarto do hotel

Oi gente

Hoje foi o nosso último dia em Curitiba (pelo menos por enquanto). Foi uma correria danada mas, demos conta de tudo.

De manhã, eu e as meninas tivemos uma folga. Iris e Flora dormiram até as 09:00. Iris, de vez em quando levantava e me olhava na cama. Eu mandava um beijinho para ela e fechava os olhos. Ela, então, deitava e dormia mais um pouco. Flora, acordou repetindo várias vezes o seguinte mantra:

-Alô (aos berros)
-Tudo Bom
-Tá
-Tau.

E eu rindo de me acabar baixinho para não interromper. Helena, dormiu no sofá-cama da salinha que tem na suíte e acordou cedo (como sempre) e já ligou a TV no Discovery Kids. Minha princesa está crescendo tão rápido...

Aí, papai já tinha saído para ir ao apartamento fazer a vistoria e, eu levei as três para o café da manhã. Fiquei um pouco apreensiva mas, foi besteira minha. Elas se comportaram com princesas e se entupiram de pão de queijo e suco de laranja. Essas meninas dão o maior prejuízo em restaurante que não cobra de crianças. Fico morrendo de medo da conta (risos). Vai que resolvem que elas comem como adultos...

Depois, papai chegou e fomos ao Shopping almoçar. Depois de almoçar, deixamos papai na imobiliária e fomos as 4 mulheres da família ao mercado comprar suprimentos para a viagem. Foi meio complicado pois, depois do almoço elas dormem e chegaram as duas pequenas dormindo no mercado. Tive que acordá-las mesmo Helena me dizendo:

-Mamãe, pode ir. Deixa o carro ligado e eu fico vendo filminho (no DVD que já está montado para a viagem) e cuido delas.

Achei melhor não!

Então, tirei as duas dorminhocas e coloquei as três dentro do carrinho de compras. Comprei suco natural, bolacha integral e algumas papinhas para garantir.

Voltamos e buscamos o papai que tinha terminado de fechar o contrato do aluguel, fomos na minha faculdade trancar o curso e passamos no posto para calibrar os pneus e abastecer. Nanicas exaustas, voltamos para o hotel mas, antes passei para dar um beijo na minha amiga Lu. Não dava para ir embora sem vê-la.

Por fim, voltamos para o hotel mortinhos. As crianças tomaram banho, mamaram e foram dormir. Eu e meu amor, jantamos e ele foi trabalhar. Agora estou tomando uma cervejinha para relaxar, vou tomar banho e dormir. Afinal, amanhã começa a maratona. Saímos cedo, rumo a Maringá!

Não é fácil deixar Curitiba. Ontem, quando saí do apartamento me senti mal, triste mas, não fico pensando nisso afinal, não posso mudar essa realidade e, portanto, não adianta reclamar.

Seguimos acreditando que não é sem motivo que voltamos a Cuiabá e que faremos a melhor limonada possível com este limão.

Beijos a todos e até breve.

Saída do Apartamento

Oi pessoal

Agora, vou aproveitar que a molecada está assistindo aos Backyardingans para contar o dia de ontem.

Eu e Marlon acordamos cedo para conseguir terminar o que precisava ser arrumado pois os rapazes que vinham embalar as coisas e levar para o guarda-volumes chegavam às 09:00. Quando eles chegaram, em uma hora embalaram o que tinha que levado para o depósito.

Depois foi aquela correria. Devolver coisas emprestadas, pedir desligamento da Net, do gás, da luz, fechar o condomínio, levar doações, etc.

Quando acabamos, tínhamos que colocar, de algum jeito o que tinha sobrado dentro do carro. Vou falar, o coitado tá arriadinho. As barbies da Helena estão indo enfiadas no espaço atrás das cadeirinhas delas. Quando conseguimos colocar tudo no carro, inclusive um suporte de bicicleta para a bike da Helena e o carrinho das gêmeas, faltavam 20 minutos para minha consulta de encaixe de última hora. Ou seja, fomos com a mudança e as crianças, que tinham passado o dia no parquinho com a empregada e estavam morridas.

Consultei e resolvemos passar no hotel. O Marlon ficou com as crianças e eu fiz o check in e pedi que montassem bercinhos no quarto para as gêmeas. Depois disso resolvido, fomos jantar na casa do Fernando e da Tati para nos despedirmos deles também. Foi uma delícia porque foi a primeira vez no dia que comemos e relaxamos.

De volta ao hotel, as crianças nem esboçavam mais reação. Estavam mortinhas da silva. Colocamos as gêmeas na cama, demos banho na Helena, que estava demais da conta, tomamos banho e fomos dormir com o corpo todo dolorido.

Hoje cedo o Marlon foi ao apartamento para fazer a vistoria e eu fiquei com as molecotas que dormiram até as 09:00 ( para quem acorda às 06:00 é uma boa diferença, né?).

Hoje é dia das últimas providências. Amanhã partimos para Maringá. Vou ver se, na hora de sair, posto aqui um Glimpse, que é um link para vocês acompanharem a viagem.

Vou lá porque a Flora está me ajudando a digitar e está ficando difícil e agora acabei de ver que a Iris acaba de tirar todos os lencinhos umedecidos de dentro do pacote.

Beijos

domingo, 22 de julho de 2012

Última semana

Bom... A viagem foi melhor do que eu esperava. Consegui resolver tudo que tinha planejado e mais um pouco. Agora, temos uma semana para arrumar a trouxas e partir, no sábado, rumo a Cuiabá pela segunda vez.

Daqui a pouco vou começar a separar as roupas das meninas que não servem mais ou que não servirão em um ou dois meses, para levar para doação. Depois, temos que começar a separar as tralhas e decidir o que vai ou não para Cuiabá.

O que não for, vai ficar em um guarda-volumes e, se alguma coisa não der no carro, me auto mando para mim mesma pelo correio - hehehe. Dica da Minha amiga Marcele que uma vez se mudou pelo correio!

Hoje fizemos um piquenique de despedida, no Parque São Lourenço e foi uma delícia! São Pedro colaborou e o dia ficou lindo e agradável. Nem muito quente, nem muito frio.

Não temos fotos porque teve fotógrafo profissional na área e vou esperar as fotinhos dele mas, tem uma das minhas fofoletes esticando a toalha do piquenique. Vou sentir muita falta desse contato que temos com a natureza aqui.


quinta-feira, 19 de julho de 2012

Arrumações para a mudança


Ontem cheguei a Cuiabá. Minha querida amiga, Flávia, foi me buscar e me trouxe até minha casa. Nem sei o que senti quando entrei.

Por um lado, foi muito gostoso rever minhas coisinhas todas ali. Por outro, uma sensação estranha de ver nossa vida ali congelada, quase como se nunca tivéssemos saído dali. Fui logo ao escritório separar a papelada toda que precisava para o novo emprego e religação da luz. Juntei a pilha de correspondência  e fomos para a casa da Flávia.

Lá, separei uma pilha de lixo e guardei as poucas que tinham utilidade. Conversamos, colocamos algumas fofocas em dia e fizemos planos e foi uma delícia. Depois, a Luciana passou e me pegou para voltar ao condomínio.

Hoje foi dia de arrumações. De manhã já consegui pedir a religação da luz da casa, tirei a segunda via da minha carteira de trabalho e matriculei as crianças na escola. Almocei no shopping, imprimi uma papelada que precisava e voltei para casa.

Amanhã é dia de exame admissional, mandar dedetizar a casa, assinar contrato de trabalho e, de madrugada, pegar o avião de volta para casa. UFA! Mas, pelo menos, vou deixar tudo prontinho para receber minha família de volta.

Ai que saudades das minhas naniquinhas...

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Deja vu? Lá vamos nós de novo


Estou com uma sensação de deja vu ao escrever este post. É que pela segunda vez na minha vida, escrevo sobre uma mudança para Cuiabá.

Da primeira vez, estávamos ainda sem filhos, empolgados com a possibilidade desta nova cidade, de uma nova vida. Agora, a sensação é outra. Parece que nos deram um doce e que agora estão tirando de nossas bocas.

Não está sendo fácil, depois de tudo que passamos voltar para lá. É misto de sentimentos. A alegria imensa de rever queridos amigos e a mágoa de retroceder em um sonho.

Quando viemos para Curitiba, foi com a promessa de ficar aqui de vez. Depois do "acidente" do Marlon, tudo que eu queria era deixar tudo para trás. Chegamos, alugamos casa e ficamos esperando o "pessoal de Brasília" resolver nossa papelada. Nos disseram que isso seria em fevereiro mas, fevereiro passou, assim como março, abril, maio, junho e julho e nada aconteceu. Em todo esse tempo seguimos confiantes, acampados com móveis acochambrados, berço emprestado, 4 pratos, uma toalha para cada um e meia dúzia de peças de roupa.

Procurei até achar um psiquiatra que me ajudasse ainda com tudo o que aconteceu, fiz novas amizades que estava estreitando. Comemoramos o fato das avós poderem ver as netas e de estarmos próximos em casos de necessidades (porque quando o Marlon foi internado, a família levou 3 dias para conseguir chegar em Cuiabá. Aqui são 3 horas).

Compramos o essencial e trouxemos o que cabia no carro. E esperamos nossa mudança, que nunca veio. Esse mês tivemos a notícia de que não seria mais possível o Marlon ficar aqui. Pensamos na possibilidade dele ir e eu permanecer mas, ele estava angustiado de ficar longe das filhas. Por fim, me chamaram para trabalhar em Cuiabá e resolvi aceitar e ir com ele. Afinal, depois de tudo que passamos, o que não queremos é ficar separados. Principalmente sem qualquer garantia de reunião.

Portanto, estamos em processo de mudança. Estou trancando a pós-graduação, tirei as meninas da escola, estamos contratando um guarda-volumes para aquilo que não temos como levar, demitimos a empregada e demos aviso na imobiliária.

Em 17 dias pegaremos a estrada de volta para Cuiabá. E não posso deixar de pensar que as pessoas decidem as vidas das outras sem se lembrar de que elas também são gente.

Só o que sei é que estamos resignados. Nossa vida nunca foi como planejada e Deus sempre sabia o que estava fazendo. Essa é só mais uma reviravolta que ainda não entendemos.

segunda-feira, 9 de julho de 2012

Visitando as Amigas!


Oi gente!!!

Hoje eu estou no Loucura Materna!!!! Fui convidada e hoje as meninas publicaram o meu post, contando como me tornei uma consultora familiar e criei o Sosseguinho!

http://loucuramaterna.blogspot.com.br/2012/07/convidada-especial-mae-e-consultora.html

Passa lá para dar uma olhadinha!

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Filminho sem compromisso



Oi pessoal


Ontem o Marlon foi até a locadora e pegou alguns filmes. Dentre eles, o Luna Papa, do Tadjiquistão.


No começo, fiquei meio danada. A sinopse parecia boba e não me atraiu em nada.


Pois dou meu braço a torcer. Quem quiser ver um filme bonito e que consegue ser uma comédia sutil e gostosa, pode alugar sem medo.


Aqui tem umas informações


http://www.terra.com.br/cinema/drama/lunapapa.htm

Espero que gostem!

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Sensação de Onipotência

Vocês já tiveram a sensação de poder tudo? Hoje estava relembrando essa sensação. Acho que uma das vezes em que ela foi mais marcante para mim, foi a primeira vez que pisei na UFSC depois de saber que tinha passado no vestibular. Eu olhava tudo ao meu redor, lá, em frente ao Básico e à Reitoria e era um dia lindo. Eu transitava pela UFSC desde muito menina. Conhecia muito lá de dentro por conta do meu pai que é professor por lá. Mas, depois de passar no vestibular o negócio foi bem diferente.



Eu tinha a sensação de que aquilo tudo me pertencia e, de certa forma isso era verdade uma vez que poderia assistir praticamente todas as matérias que quisesse e que poderia fazer vários estágios (como fiz) e conhecer todo um mundo novo, onde a informação estava completamente à minha disposição. Nunca encontrei lá nenhuma pessoa que retivesse conhecimento. Tudo era disponível.

Hoje revivi isso na Biblioteca Pública do Paraná. Enquanto caminhava pelas salas buscando os livros que queria e precisava, pus-me a pensar que tudo ali também me pertencia e estava à minha inteira disposição. Que toda aquela informação me permite viajar no tempo e para qualquer parte do mundo ou dos sonhos. Foi muito gostoso.



Sou maluca ou mais alguém já sentiu isso?

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Antes a Copa dependesse de Rodoviárias

Oi pessoal

Essa semana está super corrida! Minha avó paterna, caiu da cama no dia 31 e quebrou o ombro. Depois de uma semana, voltou ao ortopedista e descobriu que o osso tinha saído do lugar e que ela teria que operar. Sendo assim, peguei o ônibus no domingo à noite para Balneário Camboriú para ajudar a tocar a papelada da cirurgia e da Unimed.

Fiquei surpresa ao descobrir que poderia comprar a passagem pela internet (há muito tempo não viajava de ônibus). Ao chegar na rodoviária, em uma máquina de auto-atendimento, basta digitar o número da reserva e a passagem é impressa.

Dentro do ônibus (que saiu na hora exata), o espaço para os passageiros é o DOBRO do dos aviões. A viagem foi super confortável. Ao chegar em Balneário de madrugada, peguei um táxi e fui ao apartamento. Tudo na maior tranquilidade, tudo na hora e nada de check ins atrapalhados, horas de antecedência em aeroportos, etc... Antes a Copa dependesse das rodoviárias. Eu estaria muito mais confiante.

Bom, consegui deixar a papelada da cirurgia encaminhada e pude dar alguns dias de atenção à minha avó. Foi meio complicado porque dependemos de dois ortopedistas, um anestesista e um eletrofisiologista para monitorar o marcapasso dela mas, conseguimos uma data. Semana que vem é a cirurgia e eu vou novamente ficar com ela.

Por aqui, devo dizer que o papai deu um show! Fico feliz de ver que, apesar de querida, já sou uma mãe praticamente desnecessária. O papai deu conta de todas, manteve a rotina, levou as pequenas para passear no parque, fez supermercado. É... meu marido não é desses indefesos que sofrem para ficar com um filho que seja. Meu marido é paizão de verdade e participa ativamente da vida das filhotas. Cada dia me apaixono mais!